Slide3 Pedra da Macela Lindas Cachoeiras

Agricultura e Meio Ambiente

 

A Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente mantém sua sede à Praça Midair José Teodoro, 101 –Falcão – CEP: 12530-000 – Cunha – SP, no prédio da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado – CATI e desde janeiro de 2009, Após a criação da Secretária de Agricultura e Meio Ambiente através da Lei n⁰ 1188/2009 tem como atribuição direcionar,  organizar e controlar o sistema de abastecimento alimentar do município, propiciar condições de comercialização dos produtos agropecuários e hortifrutigranjeiros, supervisionar equipes de apoio ao homem do campo, proporcionar atendimento adequado a aumento da produtividade, supervisionar e controlar o funcionamento de mercados e feiras, promover arrecadação de rendas de cômodos e áreas livres de feiras e mercado, auxiliar a Secretaria de Saúde no  exame do estado sanitário das mercadorias e produtos colocados à venda, promover eventos relacionados a agricultura e meio ambiente, promover eventos de caráter informativo e educacional ressaltando a importância da preservação do meio ambiente, enfatizar e zelar e promover divulgação da importância da estância climática do município, contribuir para o desenvolvimento rural do município, promover e executar atividade de treinamento e capacitação dos produtores e trabalhadores rurais, praticar atividades de incentivo e suporte ao agronegócio, orientar produtores e pecuarista quanto à aquisição de sementes, mudas, sêmen, e outros  produtos, manter cadastro atualizado dos produtores e pecuaristas na Estância Climática de Cunha.

Parcerias:
Secretarias Municipais
Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento
CETESB
Laticínios Locais
Cooperativa de Laticínios de Guaratinguetá
Sindicato Rural de Guaratinguetá
Associação Agropecuária de Guaratinguetá
Comerciantes de insumos rurais do Município
Rádio Serrana FM
SEBRAE – SP

Quadro de Funcionários

Secretario:José Braulio de Oliveira Gomes

Agronomo:-

Médicos Veterinarios:
-
-

Estrutura Fundiária do Município

Extrato

Nº UPAs

%

Área - ha

%

Área das UPAS com (0,1) há

25

0,75

14,6

0,01

Área das UPAS com (1,2) há

32

0,96

47,1

0,03

Área das UPAS com (2,5) há

329

9,84

1273,7

0,92

Área das UPAS com (5,10) há

535

16,0

4186,2

3,04

Área das UPAS com (10,20) ha

787

23,54

11876,2

8,62

Área das UPAS com (20,50) ha

1000

29,91

32196,2

23,36

Área das UPAS com (50,100) ha

395

11,82

27412,1

19,89

Área das UPAS com (100,200) ha

177

5,29

23690,0

17,19

Área das UPAS com (200,500) ha

52

1,56

15035,8

10,91

Área das UPAS com (500,1.000) ha

9

0,27

5891,0

4,27

Área das UPAS com (2.000,5.000) ha

1

0,03

2203,2

1,6

Área das UPAS ACIMA DE 10000 ha

1

0,03

14000,0

10,16

TOTAL

3343

100,0

137826,1

100,0

Fonte: LUPA 2008
Legenda: LUPA – Levantamento das Unidades de Produção Agrícola.
                  UPA – Unidade de Produção Agrícola

Plano Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável
2010 - 2013

Município de Cunha

PLANO DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL
Prefeitura Municipal de Cunha
Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável
Casa da Agricultura “Alaor Cassula”
Escritório de Desenvolvimento Rural de Guaratinguetá
Período de Vigência: 2010 a 2013

Elaboração:

·                              CATI - EDR de Guaratinguetá
·                              Casa da Agricultura de Cunha
·                              Produtores rurais
·                              Prefeitura Municipal de Cunha
·                              Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural
·                              Cooperativa de Laticínios de Guaratinguetá
·                              Associação dos moradores do Bairro do Sítio, Rodeio e Rio Abaixo
·                               Associação dos moradores do Bairro Paraibuna
·                              SADICAC – Sociedade dos Amigos do Distrito de Campos de Cunha

ApresentaÇÃo

O presente  Plano Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável de Cunha é um trabalho que foi elaborado pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural. Sua elaboração foi proposta, participativamente, com produtores rurais e representantes de órgãos atuantes no município que aceitaram o convite de promover o desenvolvimento rural sustentável deste município.

Nas reuniões, foram verificados os  programas, projetos e ações que ocorrem no meio rural com o intuito de conhecer como funcionam e como pode se dar a integração entre os setores para a construção de políticas públicas que geram o desenvolvimento da economia e a melhora da qualidade de vida dos que vivem no meio rural e no município como um todo.

Verificou-se que há a necessidade de ser incentivada a diversificação das atividades como forma de alternativas de renda nas unidades produtivas, sendo esta, uma ferramenta importante para se manter a estabilidade do produtor rural no campo, evitando-se assim, o êxodo rural. Como alternativas de renda, foi citado o turismo rural, a apicultura e a fruticultura, levando-se em consideração que grande parte das propriedades atuam apenas com a atividade leiteira. 

Outra questão importante verificada diante do tamanho do município é o número de técnicos para dar assistência de qualidade aos produtores. Como alternativa a esta questão determinou-se que o trabalho deve ser feito com parcerias, trabalhar grupos de produtores e promover eventos técnicos (Dias de Campo, Demosntrações de métodos, Excursões...). Assim, o trabalho terá maior repercussão e alcançará maior número de produtores.

Outro tema também importante discutido foi a importância de se ter assistência técnica para informar e orientar os produtores quanto às leis ambientais, determinar as áreas que devem ser protegidas e as áreas de uso restrito, precisando o produtor de auxílio técnico para se adequar, assim como também para buscar a formalização de suas atividades junto aos órgãos competentes.

Por fim, a elaboração do Plano Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável indicou pontos a serem trabalhados e direcionou ações importantes para uma agropecuária planejada, tecnificada e diversificada para a melhoria da qualidade de vida das famílias de produtores rurais.

1. IdentificaÇÃo e CaracterizaÇÃo do MunicÍpio

1.1  Histórico

Pode-se afirmar que o município de Cunha, por volta do século XVIII, possuía uma economia de subsistência, não representando nenhum ciclo econômico na região do Vale do Paraíba.

Quando ocorreu o esgotamento das minas, Cunha também sofreu esta influência recebendo os aventureiros, que aproveitando a mão de obra escrava, trouxeram a cultura da cana de açúcar, modificando em parte a estrutura econômica da região. Assim, Cunha possuía em 1798, sete engenhos com razoável produção de açúcar, que abastecia o Vale do Café com esta iguaria.

A partir de 1865 inicia-se a decadência do império cafeeiro no Vale do Paraíba e surge a cultura do algodoeiro como forma de movimentar a economia decadente. Há registros de que esta cultura era plantada nas baixadas perto dos rios e que permaneceu por aproximadamente 10 anos na região.

Outro registro interessante de busca por uma cultura que realmente se adeque ao relevo e ao clima da região, encontrada na imprensa local de 1878 em que os fazendeiros de Cunha alegraram-se com a notícia de que o Sr. A.B. de Cerqueira Leite, de Campinas, iria trazer uma variedade de café vindo da Sibéria (Coffea  siberica) que se adaptaria bem ao clima, resistindo à geada. Contudo, com o passar do tempo verificou-se que a tal cultivar não se desenvolveu como deveria porque só têm-se notícias do plantio de café, na região da Bocaina, em Campos de Cunha e nos arredores da “Fazenda Santana”, de Manoel Antonio Domingues de Castro.

O fumo era também uma cultura bem difundida em todo o município, todavia, sem oferecer uma produção altamente rentável ao nível de sustentáculo econômico da região. Nas primeiras décadas do século XX, ainda se produzia, restando agora, pouco ou nada de resquícios dessa cultura.

A economia de Cunha, nos seus vários aspectos, foi gradativamente declinando-se. Primeiramente, sofreu o impacto imposto pela inauguração da Estrada de Ferro Central do Brasil em 1877 e em segundo pela abolição da escravatura em 1888, como verdadeiro caos por todas as regiões.

Com a construção da estrada de ferro que liga São Paulo ao Rio de Janeiro, esta região, que era trânsito obrigatório nesse sentido, passou a segundo plano, pois a via férrea favorecia no tempo, no espaço e na segurança o trânsito. Os velhos caminhos, então, fora de uso sistemático, passam a deteriorar-se com o tempo, pondo não raras vezes, em perigo as pequenas tropas que por ali circulavam.

Com a abolição, os fazendeiros permitiram que os mesmos negros antes escravos permanecessem nas fazendas e trabalhassem como “meeiros”. Além desses escravos livres, havia os “camponeses” que marginalizados à sociedade, viviam em determinadas regiões afastadas do município e aos poucos foram surgindo os minifúndios.

Iminente a república, a política muda, ocasionando como conseqüência, transformações sociais e econômicas radicais. A aristocracia proprietária de terras é impelida a adaptar-se ao novo ciclo econômico ou a mudar-se para outros locais para conseguir meios mais fáceis de sobrevivência.

É um alvoroço total com a queda da monarquia. Famílias e mais famílias vendem suas terras, quando não doam para familiares ou escravos livres, porque ela não tem mais o valor e a importância de outrora. A terra em si, também está cansada, devido aos cento e tantos anos, trabalhando sem cessar, naturalmente sem fertilizantes.

A topografia montanhosa e o clima temperado vieram a influir, ainda no final do século, a economia de Cunha, abrindo-se novos horizontes para a drástica situação vigente. Já no século XIX se preconizava a cultura da vinha no município de Cunha. A região era cobiçada por todos que dela ouviam falar ou que por ela transitavam, devida a excelência de seu clima ameno, pureza de suas águas e fertilidade de seu solo.

Em 1878, o Sr. Francisco Ferreira Cardoso, em seus ensaios sobre agricultura, provou que a lavoura do vinho podia ser lucrativa para Cunha, já que tinha o conhecimento do clima para frutas européias, uma vez que existiam vários pés de nozes, amêndoas, tâmaras, castanhas, pêssego, pêras, maçãs, uvas, laranjas, marmelos, ameixas pretas e amarelas, etc.

O engenheiro agrônomo M.F. Garcia Redondo em seu livro:“Município de Cunha e a Cultura da Vinha” – 1896, pág. 06, diz: “O grande futuro do município está, pois na vitivinicultura, porque as suas condições meteorológicas e telúricas, amenidade de clima e os resultados já colhidos estão indicando esta cultura como sucedânea do café”, que por ali, não produz tão bem como no oeste”.

A idéia é que essa nova cultura traria a independência econômica ao município. Houve uma produção relativa dessa cultura na época, embora não atingisse uma conscientização em massa da potencialidade da uva e frutas européias. Ainda Garcia Redondo, na obra citada, pág. 06 e 07, afirma que “O Dr. Antonio Serpa Pinto Júnior, que há muitos anos foi para Cunha, enviado pelos médicos do Rio de Janeiro, por ser enfermo, e que, como muitos outros, considerados doentes perdidos, ali encontrou, graças à amenidade do clima, o seu restabelecimento e foi, no município, o iniciador da cultura da vinha e os seus produtos foram os que alcançaram a medalha de prata, na Exposição sul-americana de Berlim”, em 1887.

Tal fato é mais que prova precisa da potencialidade do município, ao oferecer condições naturais para o desenvolvimento da uva. ”Até a Izabella, geralmente ácida e que aqui transformava no mais doce e agradável produto”(G. Redondo – “Municipio de Cunha e a Cultura da vinha”, pág. 09).

A cultura da vinha e de frutas européias não foram avante. A terra continuava no mesmo ritmo, sem mudanças e nem técnicas apropriadas.

Suas frágeis terras cansadas e baratas foram gradativamente sendo adquiridas por forasteiros adeptos da pecuária, trazendo consigo uma técnica simples e tradicionalista.

 A topografia acidentada dificultou para os pecuaristas a rara tentativa de melhoria do rebanho de leite e de corte. Centenas de florestas virgens tropicais foram sacrificadas em favor do aumento das pastagens para suportar pequenos rebanho bovino. Hoje, o que se vê são colinas e vales desprovidos de sequer uma simples mata, causando sérios danos a ecologia do município. Assim, o município como um todo, possui baixa produtividade perante a grande extensão de terra ociosa e que exige seu uso.

Entre os anos 70 e 80, Cunha chegou a se tornar o maior produtor de feijão do Estado de São Paulo. Com sua grande extensão de terra produzia mais do que qualquer outro município de relevo plano do Estado. Foi nessa época que houve melhoria de muitas estradas e outras muitas foram abertas. Mas, as oscilações dos valores de mercado, os problemas com as fiscalizações ambientais rígidas, fizeram com que gradativamente este momento auge fosse diminuindo até sua quase extinção.

Boa porcentagem do total da extensão em área do município tem sido adquirida por pessoas de fora do município, com o intuito de lazer e entretenimento e em menor escala para as produções agropecuárias. O êxodo rural é latente no município, motivado pela industrialização nos maiores centros urbanos e pela dificuldade da vida no campo.

No atual panorama econômico e histórico do município seria injusto subestimar a importância econômica da pecuária leiteira. É uma atividade que no município de Cunha caracteriza-se por como ainda sendo uma exploração extensiva das pastagens que estão instaladas sobre um solo desgastado e muitas vezes em declividades acentuadas. O rebanho não é especializado para a atividade e normalmente ocorre superpastejo das áreas, causando erosão. A suplementação no período seco geralmente não é suficiente para suprir as necessidades de manutenção e produção do rebanho, sendo a mineralização igualmente falha.

Outro ponto a ser considerado nas propriedades é que o produtor não tem o hábito de anotar dados econômicos e zootécnicos, o que dificulta no gerenciamento da propriedade. Para melhorar a situação da atividade leiteira no município está sendo desenvolvido o Projeto CATI – Leite (CATI/Prefeitura e o “Tanque Cheio” (Cooperativa)/EMBRAPA-Pecuária Sudeste, implantados com sucesso em algumas propriedades do município.

Portanto, pode-se constatar que a economia do município está em busca de uma base forte e adequada às condições de clima e relevo predominantes e verifica-se que uma das formas para melhorar a condição de vida do produtor cunhense é incentivar a diversificação das atividades.

1.2  Dados Geográficos:

1.2.1 - Localização da área do município de Cunha:

1.2.1.1- Municípios confrontantes:

Guaratinguetá, Lorena, Silveiras, São José do Barreiro, Areias, Ubatuba, São Luiz do Paraitinga, Lagoinha e Parati-RJ.

1.2.1.2 - Distância da capital e das principais cidades da região:

CIDADES

RODOVIAS DE ACESSO

DISTÂNCIA (KM)

São Paulo

Paulo Virgínio + Presidente Dutra

235

Guaratinguetá

Paulo Virgínio

47

Lagoinha

Paulo Virgínio + Estrada Vicinal

25

São Luiz do Paraitinga

Paulo Virgínio + Estrada Vicinal

45

Aparecida

Paulo Virgínio + Rodovia SP 171

57

Lorena

Paulo Virgínio + Rodovia SP 171

60

Taubaté

Paulo Virgínio + Rodovia SP 171

100

Parati

Salvador Pacetti

47

1.2.2 - Latitude:  23º 04’ 26”

1.2.3 - Longitude:   44º 57’33”

1.2.4 - Altitude: A altitude média do município é de 1.100 m, contudo, na Serra do Mar há lugares com mais de 1.600 m de altitude.

1.2.5 - Área total do município:  144.000 hectares

1.2.6 - Área rural: 137.826 hectares

1.2.7 - Área urbana: 6.174  hectares

1.2.8 - População:

População total

População urbana

População rural

Densidade demográfica

23.062

11.110

11.952

16,35 hab./km2

100%

48,2%

51,8%

-

1.2.9 – Clima: Cunha possui vários microclimas devido ao relevo acidentado, porém dois tipos climáticos são registrados, a saber:

Ø Cwb - este tipo climático caracteriza-se como mesotérmico, com verão chuvoso e temperaturas amenas e estiagem no inverno;

Ø Cbf - é característico de terras altas, abrangendo as escarpas mais elevadas, espigões; os planaltos da Serra do Quebra-Cangalha e do Jambeiro e as escarpas medianas das Serras da Mantiqueira, do Mar e da Bocaina onde o clima é seco e temperado, com temperaturas médias no verão variando entre 18 e 25º C, e no inverno entre 2 e 12º C.

1.2.10 - Relevo: Cunha possui grandes extensões de terra com terreno montanhoso e afloramento rochoso próximo à superfície, com camada de terra fértil superficial ou sem, cultivado tradicionalmente com aração “morro a baixo”, impróprio para plantio em larga escala ou em escala comercial, com problemas sérios de erosão e solo empobrecido.

1.2.11 - Tipos de solos: O município de Cunha possui Cambissolos, Neossolos, Plantossolos, Latossolos, Argissolos, Luvissolos, entre outros. Porém, os principais são os Argissolos, Latossolos e Neossolos.

Tipos de Solo

Ocupação Atual

Argissolos

Agropecuária

Latossolos

Agropecuária e Reserva Natural

Neossolos

Reserva Natural.

1.2.12 - Hidrografia:

O município é servido por uma infinidade de rios, os principais ribeirões: Jacuizinho, Jacuí-Mirim, Mirim, Encontro, Guabiroba e Aparição que Rio Paraitinga, Paraibuna e Jacuí, vão desaguar nos principais cursos d’água, que são: Paraitinga, Paraibuna e Jacuí.

1.2.13 - Bacia hidrográfica (UGRHI): O município está inserido na Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul.

     Características:

  • Nascente: Serra do Mar
  • Comprimento: 1.120 Km
  • Altitude da nascente: 1800 m
  • Abastece: 14 milhões de pessoas e diversas empresas
  • Vazão: 1 118m³/s

1.2.14 - Malha viária municipal:

Com 438,7 km em 28 estradas rurais principais e 1.961,3 km em 182 estradas rurais secundárias, a malha de 210 estradas rurais abrange 2.800 km de extensão e envolve linhas regulares de escoamento e transporte de bens e insumos. O sistema é especialmente vulnerável porque está em região acidentada, de espigões de serra que desafiam sua transposição e de índice pluviométrico alto, especialmente no verão, quando o excesso de chuvas desfaz parte da manutenção realizada piorando significativamente a situação das estradas.

OBS: A Prefeitura Municipal não dispõe de códigos de identificação para cada malha viária sob sua manutenção.

1.3  - Dados Socioculturais:

A Casa da Agricultura “Dr. Alaor Cassula”, tem em seu quadro de funcionários, a Assistente Agropecuária Engª Agrª Priscilla Menezes de Souza e um auxiliar de apoio agropecuário Maurílio Antônio Galhardo.

A Prefeitura Municipal conta em seu quadro com 2 (dois) Engenheiros Agrônomos de cargos comissionados: o Secretário da Agricultura e Meio Ambiente – André de Campos Reis e Sérgio Augusto dos Santos Vieira, atual responsável pelo Projeto CATI – Leite; 1 (um) Médico Veterinário – André Luiz de Queiroz, este, ocupante de cargo efetivo admitido por concurso público e 4 (quatro) funcionários de apoio comissionados: Christovam Alves da Silva, Adriano José Bittencourt de Oliveira, Carlos Henrique de Campos Costa e Marcelo dos Reis Guimarães.

A economia do município gira entorno do turismo e estão cadastrados na Secretaria de Cultura e Turismo, 30 (trinta) restaurantes e 47 (quarenta e sete) pousadas. O município também possui muita  cultura, sendo mais um ingrediente que faz com que os turistas visitem o município, como exemplo, vê-se costumeiramente nas ruas apresentações de Congada, Jongo, Dança de São Gonçalo, João Paulino e Maria Angu; também possui o Museu Municipal “Francisco Veloso”; uma Biblioteca Pública Municipal “Professor Oraci Nogueira”; um Cine –Teatro “Elias José Abdala e conta com Festas Tradicionais como a Festa do Divino, a Festa da Semana Santa, a Festa do Peão Valente, a Festa Pinhão, o Festival do Cordeiro e os Festivais de Inverno e de Verão.

A energia elétrica é de responsabilidade da ELEKTRO, que realiza a distribuição e o controle do sistema elétrico municipal, sendo que os Programas “Luz da Terra”; “Luz do Campo” e “Luz para Todos” beneficiaram muitos produtores rurais.

O município conta com uma rádio comunitária, denominada “Rádio Serrana” e é utilizada, dentre outras funções, para divulgar as atividades e convidar a população para eventos desenvolvidos pela Casa da Agricultura.

A Rede de Saúde no município conta com 18 médicos (as) e 6 enfermeiros (as) que trabalham tanto no meio rural como na zona urbana. São 04 (quatro) estabelecimentos de saúde no meio urbano sendo três Postos de Saúde e uma Santa Casa e  4 (quatro) Postos de Saúde Rurais localizados em diferentes bairros: Campos Novos, Paiol, Barra do J. Alves e Paraibuna. O meio rural conta também com uma unidade móvel do Programa Saúde da Família e são atendidos ao todo aproximadamente 5000 pessoas por mês no município.

O município possui o Programa “Viva Leite”, programa estadual de nutrição infantil/idosos e atende a aproximadamente 1100 pessoas.

A Rede de Educação possui 05 estabelecimentos educacionais chamados de “sede” por se localizarem no meio urbano e cada “escola sede” possui uma quantidade de escolas rurais sob sua responsabilidade. Ao todo são 71 escolas rurais distribuídas pelos bairros do município e atendem apenas crianças até o 5º ano (antiga 4ª série). Já as “escolas sede” trabalham até o 9°ano (antiga 8ª série) e somente uma Escola “sede” Estadual “Prof. Paulo Virgínio” trabalha com o ensino médio. A prefeitura mantém 7 (sete) micros-ônibus que fazem o transporte das crianças e sabe-se que aproximadamente 36 (trinta e seis) particulares também atuam no transporte escolar.

 A segurança é feita por meio da Polícia Militar e da Polícia Civil do Estado e não há patrulhamento rural.

O sistema de abastecimento de água é de responsabilidade da Prefeitura. A água vem por gravidade da Cachoeira do Pimenta, bairro do Monjolo, até a estação de tratamento – ETA - que faz a filtragem e a desinfecção da água e a distribuição. O reservatório suporta abastecer todo o município diariamente.

1.4  – Organizações Rurais:

O município de Cunha possui aproximadamente 81 microbacias segundo levantamento do Parque Estadual da Serra do Mar – Núcleo Cunha.

Trabalhou-se a Microbacia do Ribeirão Paraibuna, onde está inserida a Associação de Moradores do Bairro do Sítio, Rodeio e Rio Abaixo, abaixo indicada. As principais explorações agropecuárias dos produtores inseridos nesta microbacia são a pecuária leiteira, a apicultura, a olericultura e a coleta do pinhão.

As organizações rurais existentes no município são:

·   Sindicato Rural de Guaratinguetá;
·   Cooperativa de Laticínios de Guaratinguetá;
·   Associações de Bairros, algumas mais detalhadas abaixo:

            1 - Associação de Moradores da Barra J. Alves
                 Presidente: Maria Gorete Monteiro 
                 Tel.: 3111-2791

           2 - Sociedade Amigos do Distrito de Campos de Cunha - SADICAC
                 Presidente: Marcelo Victorio Gutierrez
                 Tel.: 3119-1205

           3 – Associação de Moradores do Bairro do Sítio, Rodeio e Rio Abaixo
                 Presidente: João Bosco Monteiro
                 Tel.: 3111-1787

           4 – Associação de Moradores dos Bairros dos Sertão da Santa Bárbara  
                 Presidente: Sr. Amarildo Alves Pacheco

           5 – Associação de Moradores do Bairro Paraibuna
                 Presidente: Sr. Oraci Ferreira de Carvalho 
                 Tel.: 97100963

1.5  - Caracterização ambiental:

Segundo o Inventário Florestal da Vegetação Natural do Estado de São Paulo feito pela imprensa oficial de 2005, Cunha possui 35.048 há de vegetação nativa, o que corresponde a 24,3% do território municipal e destes, 11.041 ha são de unidades de conservação. O Parque Estadual da Serra do Mar, uma Unidade de Conservação, possui 315.000ha, sendo 2.854ha inseridos no município de Cunha. O parque da Bocaina também ocupa área no município, localizando-se na região de Campos Novos de Cunha.

Classes de Áreas (ha)

Nº de Fragmentos

< 10ha

2122

10-20

350

20-50

171

50-100

53

100-200

20

>200

7

Total

2723

Altualmente, o esgoto urbano do município são lançados no Córrego do Rodeio e está em implantação o Coletor Tronco para posterior tratamento dos resíduos, sendo que a Estação de Tratamento de Efluentes – ETE – está em fase de elaboração do Projeto Técnico e a área para instalação já foi desapropriada e adquirida pela municipalidade.

Parte da coleta do lixo doméstico do município é de responsabilidade da Prefeitura e parte é terceirizada, sendo depositado entre 60 a 62 toneladas/mês no Aterro de Cachoeira Paulista.  No meio rural não há coleta do lixo, o que existe são pontos estratégicos com local próprio para os moradores rurais depositarem seu lixo para posteriormente ser coletado.

1.6 - Dados agropecuários:

·         Área total das UPAs: 137.826 hectares
·         Número de UPAs: 3.343 propriedades
·         Módulo Rural: 40 hectares

1.6.1 - Estrutura Fundiária

Extrato (ha)

UPAs

Área total

%

ha

%

0 – 10

921

27,55

5521,6

4

10 – 20

787

23,54

11876,2

8,62

20 – 50

1000

29,91

32196,2

23,36

50 – 100

395

11,82

27412,1

19,89

100 – 200

177

5,29

23690,0

17,19

200 – 500

52

1,56

15035,8

10,91

500 – 1000

9

0,27

5891,0

4,27

2000 - 5000

1

0,03

2203,2

1,6

> 5000

1

0,03

14000,0

10,16

Fonte: LUPA – CATI/SAA (2008)

Segundo dados do MDA, 81% (oitenta e um por cento) das propriedades do município se enquadram como familiares.  Estas unidades de produção familiares apresentam área média três vezes menor do que a das propriedades com agricultura patronal e, ainda, que a agricultura familiar é responsável por 63% (sessenta e três por cento) do valor bruto de produção agropecuária do município.

1.6.2 - Ocupação do solo nas UPAs – Unidades de Produção Agropecuárias:

Descrição de uso do solo

N° de UPAs

Área (ha)

%

Area TOTAL das UPAs

3343

137826,1

100,0

CULTURAS PERENES

546

298,9

0,22

REFLORESTAMENTO

779

4117,9

2,99

VEGETAÇÃO NATURAL

2431

32690,1

23,72

ÁREAS COMPLEMENTARES

2948

1679,8

1,22

CULTURAS TEMPORÁRIAS

1577

3972,9

2,88

PASTAGENS

3298

93257,6

67,66

ÁREAS EM DESCANSO

158

759,9

0,55

VEGETAÇÃO DE BREJO E VÁRZEA

567

1049,0

0,76

Fonte: LUPA – CATI/SAA (2008)

A área ocupada por pastagens no município chega entorno de 68% (sessenta e oito por cento); 3% com áreas em reflorestamento; 3% com culturas temporárias (como milho e feijão) e 24% ocupadas com vegetação nativa sem uma distribuição equitativa dessa vegetação entre as propriedades.

1.6.3 – Principais explorações agrícolas

Explorações Agrícolas

Área (ha)

N° UPAs

Eucalipto

3.917

608

Milho

2.200

1086

Feijão

724

560

Cana

688

795

Pastagens

97.920

3.298

Pinhão

156

240

Fonte: LUPA – CATI/SAA (2008)

1.6.4 – Principais atividades pecuárias:

Explorações Animais

Nº de Cabeças

N° UPAs

BOVINOCULTURA MISTA

46.610

1621

BOVINOCULTURA LEITEIRA

22.120

865

BOVINOCULTURA DE CORTE

11.183

716

PISCICULTURA

5.400 m² de tanque

12

OVINOCULTURA

  1.271

30

CAPRINOCULTURA

    250

19

Fonte: LUPA – CATI/SAA (2008)

1.6.5 - Força de Trabalho nas UPAS do Município

Descrição

Quantidade

Unidade

Nº de Upas

Mão de obra temporária

50.948

     Dias-homem

537

Mão de obra familiar

4.497

        Unidade

2.655

Mão de obra permanente

988

        Unidade

628

 Fonte: LUPA – CATI/SAA (2008)

Um outro dado do MDA – Ministério do Desenvolvimento Agrário mostra que a agricultura familiar no município de Cunha absorve mais mão de obra permanente que a patronal, o que reafirma a importância de políticas específicas voltadas para a economia do setor e para a manutenção das famílias no campo.

2- Diretrizes: prioridades / indicadores / estratÉgias / instituiÇÕes envolvidas

PECUÁRIA LEITEIRA

Pontos Fortes: Assistência técnica, comercialização, cadeia produtiva organizada, projeto calcário (parceria entre a Dolomia, a Cooperativa de Laticínios e a Prefeitura), atividade tradicional.

Pontos Fracos: Baixa fertilidade do solo, áreas com declividade acentuada, menor área útil devido a legislação ambiental, gado não especializado, baixa união entre os produtores, êxodo rural, município muito grande, dificuldade de manutenção das estradas rurais.

Oportunidades: Diversificação da produção, turismo rural, associativismo, crédito rural, melhoramento genético do gado, buscar produto diferenciado.

Ameaças:  Êxodo rural, manejo inadequado da atividade, valor alto dos insumos, falta de formalização da atividade, legislação ambiental rigorosa, baixa qualidade do leite, falta de instrução e informação dos produtores rurais e baixo interesse dos produtores em tecnologias novas.

Estratégias:

·  Formação de Parcerias entre  Cooperativa, Prefeitura, CATI, Sebrae e Senar;
·  Trabalhar no município o projeto “CATI-Leite” e o “Tanque Cheio”  com o apoio técnico da EMBRAPA – Pecuária Sudeste.
·  Promover cursos, excursões e palestras com o intuito de ampliar o conhecimento técnico do produtor.
·  Dar continuidade a realização anual do Dia de Campo, em propriedade escolhida entre os parceiros.

APICULTURA

Pontos Fortes: Atividade adequada ao clima e relevo do município, grande pastos apícolas disponíveis, atividade em forte crescimento, oferece alternativa de renda, ocupa pequenas áreas para a produção, alta qualidade do produto, fornece diversidade de produtos (mel, cera, própolis, pólen)

Pontos Fracos: Dificuldade de assistência técnica devido a distância entre os produtores, produção informal, ausência de organização, inconstância do produto.

Oportunidades: Diversificação da atividade agropecuária, associativismo, formalização da atividade, capacitação, aumento da produção, compra e venda conjunta de insumos e produtos, mercado interno e externo.

Ameaças: Falta de organização, perigo ao manejo (picadas), concorrência com informais e formais.

Estratégias:

·  Organizar os produtores para reativar e formalizar a APICUNHA – Associação dos Apicultores do município de Cunha;

·  Implantar o Apiário – Escola como um programa efetivo de assistência técnica e extensão rural, onde serão desenvolvidas atividades que visam o desenvolvimento da atividade, proporcionando aos produtores rurais sua capacitação e uma real alternativa de renda com o aumento da produção;

·  Escrever projeto para entidades como Cnpq, Programa Estadual de Microbacias Hidrográficas, FAPESP, FAPERJ, Fehidro, etc, para conseguir verba para a Instalação da Casa do Mel municipal e comunitária;

·  Formalizar o produto comunitário com o intuito de obter melhores preços, constância de produto e mais mercados consumidores.

TURISMO RURAL

Pontos Fortes: Diversificação das atividades dentro da propriedade, muitas pousadas e restaurantes disponíveis no município, faz parte da tradição cultural, organização de empresas junto a CUNHATUR.

Pontos Fracos: Falta de mão de obra qualificada, poucos treinamentos, distância e estradas rurais que dificultam o acesso aos pontos turísticos, falta de divulgação, falta de recursos para investimentos, falta de sinalização.

Oportunidades: Articulação para realização de eventos durante o ano todo, diversificação da atividade agropecuária, Planejar circuito de turismo rural envolvendo os produtores, assistência técnica para apoiar a preparar a propriedade rural para visitação, agregar atividades na pousadas (caminhadas, passeios a cavalo, comida caseira e ou instalar percursos alternativos).

Ameaças: Estradas rurais, falta de infra-estrutura, falta de organização e planejamento,

falta de incentivo aos produtores, degradação do meio ambiente.

Estratégias:

·         Criar parcerias e incentivar o produtor a participar de programas de turismo rural, dando assistência técnica de apoio a adequação de sua propriedade rural com o objetivo de oferecer ao visitante produtos, serviços e beleza como forma de melhorar a renda e gerar empregos.

·         Implantar no município Festas como a do Leite e Derivados que une os produtores com seus produtos efetivando assim, a divulgação do trabalho do homem do campo, facilitando a comercialização e agregando valor aos produtos;

·         Capacitar  produtores e interessados na atividade por meio de cursos, dias de campo, excursões...

MICROBACIAS HIDROGRÁFICAS

Pontos Fortes: Cooperativismo, adequação da propriedade a legislação ambiental, pagamento por parte das subvenções, fornecimento de assistência técnica;

Pontos Fracos: Burocracia, perda da área de uso na propriedade;

Oportunidades: Adequar a propriedade às leis ambientais, trabalhar o associativismo, obter assistência técnica qualificada e gratuita, tornar a propriedade rural sustentável ambiental, social e economicamente.

Ameaças: os produtores pensarem que o trabalho é todo do técnico executor e a desinformação do produtor.

Estratégias:

·         Incentivar a criação de associações e sua formalização;

·         Promover atividades como palestras, cursos, visitas técnicas, dias de campo de modo a sensibilizar os produtores rurais da importância de se trabalhar sem degradar o meio ambiente.

·         Incentivar o plantio em curvas de nível e proporcionar informação e assistência técnica para evitar a erosão e aumentar a produtividade;

·         Fazer reuniões com as coordenadoras das escolas que trabalham o “Aprendendo com a Natureza” e incentivar no ensino as atividades de educação ambiental, de conhecimento da natureza e das técnicas de plantio e manejo das atividades agropecuárias, para assim, já crescer acostumados com o plantio em curvas de nível, com a pastagem dividida e manejada intensificadamente.

·         Manter o convênio com a CESP que fornece mudas de árvores nativas gratuitamente para produtores de todo o município e incentivar o plantio das matas ciliares e das nascentes nas propriedades rurais;

·         Estabelecer nas propriedades a área de reserva legal e fornecer informações de como fazer a averbação dessa área.

3 - Planejamento de ExecuÇÃo

3.1 – Das iniciativas

O Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável do município de Cunha definiu que as iniciativas colocadas neste Plano Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável – PMDRS serão trabalhadas e deverão seguir as estratégias definidas para cada setor ou cadeia produtiva e que os projetos que já se encontram em andamento, como o programa da pecuária leiteira, da apicultura, dos convênios com a CESP e das parcerias de venda e distribuição do calcário já estão integrados a rotina da Casa da Agricultura.

3.2  – Das novas iniciativas

Implantar dentro do prazo deste Plano e a partir da data de sua aprovação, as estratégias definidas e que não se encontram dentro dos trabalhos de rotina da Casa da Agricultura. Estas estratégias serão aplicadas de forma gradativa e, de preferência, com a implantação de unidades demonstrativas para promover a sensibilização dos demais produtores. Cada uma das estratégias de desenvolvimento sustentável será iniciada a partir da demonstração de interesse dos produtores rurais. Para promover a divulgação das estratégias serão ministrados dias de campo, palestras, visitas de orientação, visitas técnicas e reuniões entre grupos de produtores. As estratégias serão implantadas de acordo com a demanda e com as possibilidades dos técnicos envolvidos em atendê-las.

4. InstituiÇÕes envolvidas e Executores deste Plano:

CATI - EDR de Guaratinguetá:
- Dr. Jovino Paulo Ferreira Neto – Diretor do EDR da região de Guaratinguetá
- Drª. Mariele Santana Camargo – Assistente Agropecuário
- Dr. Marcos Martinelli – Assistente Agropecuário
- Dr. Madison Nogueira – Assistente Agropecuário

·  Produtores rurais:

-       Luiz Antônio Rodrigues da Silva – Participante – convidado do CMDR;
-       José Derci dos Reis – Participante – convidado do CMDR;
-       Geraldo Messias de Campos – representante do CMDR;
-       Benedito Antônio Amoroso Jorge – Presidente do CMDR;
-       Alessandro José dos Reis – Vice- Presidente do CMDR;
-       João José de Oliveira Veloso   - convidado do CMDR.

Prefeitura Municipal de Cunha:

-  Osmar Felipe Júnior – Prefeito Municipal;
        -  André Campos Reis – Secretário da Agricultura e Meio Ambiente; 
            -  Sergio Augusto Santos Vieira – Diretor de Atividades de Produção Animal;
            -  Ana Lúcia Monteiro – Secretária da Saúde;
            -  José Eder Galdino da Costa – Secretário da Educação;
            -  Otávio Augusto Kalckmann – Diretor de Turismo e Cultura; 
            -  Flávia Maria Camargo Guimarães – Nutricionista da Prefeitura;
            -  Cláudia Rosa Aparecida Santos – Diretora da Assistência Social. 

Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural:

-  Ademir Sanches – representante do Legislativo no CMDR.

Cooperativa de Laticínios de Guaratinguetá:
-  Francisco Alves de Oliveira Filho – Presidente da Cooperativa e representante do     CMDR.

SADICAC – Sociedade dos Amigos do Distrito de Campos de Cunha
           -  Marcelo Victorio Gutierrez – Presidente da Sociedade e representante no CMDR;
           -  José Carlos da Silva – Participante – convidado do CMDR;
           -  Alceu Fagundes – Participante–Convidado do CMDR.

Oscip – SerrAcima:

-  Maria Terezinha Ritzmann - – Participante – convidada do CMDR.

Apiama – Associação dos Apicultores da Alta Mata Atlântica
-  Mani Scorza;
-  César Francioso Martins

Casa da Agricultura de Cunha:
-       Priscilla Menezes de Souza – Assistente Agropecuário e Secretária do CMDR;
-          Maurílio Antônio Galhardo – Auxiliar de Apoio Agropecuário.   

Associação dos moradores do Bairro do Sítio, Rodeio e Rio Abaixo
-          Darlene Bruno Monteiro – representante no Conselho

Associação dos moradores do Bairro Paraibuna
           - Oraci Ferreira de Carvalho – Conselheiro.

Cunha,  12  de agosto de 2010.

_________________________________
Osmar Felipe Junior
Prefeito Municipal

 

O Conselho Municipal de Desenvolvimento rural aprova este plano,

 

_________________________________________
Benedito Antonio Amoroso Jorge
Presidente do C.M.D.R.

CRAS ESTÁ FUNCIONANDO EM NOVO ENDEREÇO

O Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) está atendendo na Rua João Mayela Querido, s/n (onde funcionava o CAPS). O horário de funcionamento é o seguinte: das 8 h às 17 h, de segunda a sexta-feira. O CRAS tem como coordenadora a assistente social Adriana Monteiro.

A Secretaria de Promoção Social é órgão gestor da política de assistencia social na Estância Tursítica de Cunha, respondendo pela coordenação e a organizacao do Sistema Unico de Assistência Social (SUAS) e garantindo a integralidade da protecão socioassistencial à população, a partir da oferta de servicos de forma territorializada, em quantidade e qualidade, conforme estabelecido nas normas legais.

As famílias dos bairros do Motor, Parque Nova Cunha, Estrada Velha, Alto do Querosene, Alto do Jovino, Cajuru, Bexiga e Várzea do Gouvêa, que ainda não possuem cadastro no CRAS, mas são beneficiários de programas sociais, podem procurar o CRAS e solicitar agendamento. A família que ainda não está inscrita no Cadastro Único poderá procurar o CRAS para receber orientações e solicitar o cadastramento.

O CRAS é uma unidade de proteção social básica do Sistema Único de Assistência Social, que tem por objetivo prevenir a ocorrência de situações de vulnerabilidade e riscos sociais, por meio do desenvolvimento de potencialidades e aquisições, do fortalecimento de vínculos familiares e comunitários e da ampliação do acesso aos direitos de cidadania.

O CRAS tem como público prioritário, para suas ações, os beneficiários de algum benefício da assistência social, como por exemplo, o Bolsa Família, Benefício de Prestação Continuada (BPC) ou outros benefícios da assistência social. Famílias em situação de vulnerabilidade social, devido à fragilização dos vínculos familiares ou com a comunidade, também podem ser atendidas pelo Centro.

O principal serviço do CRAS é o Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (PAIF), desenvolvido principalmente em grupos, que busca a participação da família para promover orientações e prevenir situações de vulnerabilidade ou violência.

Esse serviço social garante acesso aos direitos, através de encaminhamentos e orientações durante os atendimentos.
Prefeitura da Estância Turística de Cunha

Diretoria Social
Contato: (12)3111-1201

Secretária de Promoção Social: Cláudia de Toledo Leite Garcia
Diretora: Maria Ângela Messora de Lara
Chefe de administracão dos Programas Sociais: Patrícia Rita de Jesus

CRAS – Centro de Referência em Assistência Social
Rua João Mayela Querido s/n (onde funcionava o CAPS)
Horário de Funcionamento: 8 h as 17 h, de segunda a sexta-feira
Coordenadora: Adriana Monteiro (Assistente Social)

CONSULTA PÚBLICA BOLSA FAMÍLIA

Listagem de Beneficiários do Programa Bolsa Família

Relação de Beneficiários Atualizada até Agosto 2017

Obs: Pode haver nomes que já estejam com seu beneficio cancelado.

Em caso de qualquer dúvida procurar a Secretaria de Assistência Social ou ligar para o numero de telefone (12)3111-1201

DOWNLOAD – Lista Bolsa Família – Agosto de 2017

as informações podem ser consultadas também no site da caixa atráves do link

https://www.beneficiossociais.caixa.gov.br/consulta/beneficio/04.01.00-00_00.asp

Programação Dia Internacional da Água

3⁰ SEMANA EM COMEMORAÇÃO AO DIA INTERNACIONAL DA ÁGUA

(EVENTO INTEGRANTE DA AGENDA AMBIENTAL 2015)

Programação – SEMANA AGUA

Lançamento do Rótulo PRODUTO LEGAL

Lançamento Oficial do Rótulo Produto Legal, incentivo aos produtos de nossa região

produtolegal2 produto legal

PALESTRA “Produção de Leite a Pasto”

PALESTRA
“Produção de Leite a Pasto”
Dr. Artur Chinelato (EMBRAPA – PECUÁRIA SUDESTE)
Data: 10/04/014 (Quinta-Feira)
Local: Cinema (Próximo ao Mercado Municipal)
Horário: 19:00 horas
Cunha-SP

Convite Pecuária de Leite a Pasto

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FormulÁrio Muda Cesp

Dicas para o Dia a Dia do Agricultor

Extrato de fumo com pimenta contra lagartas +

As lagartas são a fase jovem da borboleta. Todas são muito vorazes e algumas tem o hábito noturno.

Protocolo:  
Pulverize com extrato de fumo com pimenta sobre as lagartas. Outro cuidado é o esmagamento dos ovos nas folhas ou a catação manual das lagartas., com cuidado de usar luvas grossas para evitar queimaduras.
Numa garrafa de 1 litro, misture 50 g de fumo de rolo picado e pimenta malagueta. Complete com água e deixe repousar por uma semana. Dilua em 10 litros de água e pulverize.

fonte: Revista Natureza

Controle de lesmas +

Caracterizam-se pelo corpo mole e segmentado. Quando se deslocam, deixam para trás um rastro de substância viscosa e brilhante.

Protocolo:  
Distribua à noite, ao redor das plantas e canteiros, uma faixa de uns 15 cm de largura de pó de cal virgem ou de cinzas de madeira. Use também iscas de pão embebido em leite ou cerveja e coloque-as no pé da planta que precisa de proteção. As lesmas virão até as iscas, simplificando a catação manual.

fonte: Revista Natureza

Extrato de fumo no controle de pulgões +

Insetos que sugam seiva das plantas. Existem de diversas cores. A maioria é desprovida de asas e vive em colônias.

Protocolo: 
Pulverize com extrato de fumo.
O extrato de fumo deve ser preparado se seguinte forma: Coloque um pouco do fumo de rolo picado  em uma tigela e cubra com álcool (líquido ou gel) Quando o fumo tiver absorvido todo o álcool, coloque novamente um pouco de álcool diluído em água. Deixe por 48 horas em local fresco.
Torça o preparado em um pano ralo e guarde-o em uma garrafa em local escuro.
Pulverize este extrato sobre toda a folha para espantar pulgões. Se desejar também combater cochonilhas, na hora de usar, misture cerca de um copo desse líquido com 100 g de sabão neutro derretido em água quente. Acrescente mais 10 litros de água, coe e pulverize.

fonte: Revista Natureza

Preparo da Calda Bordalesa +

Para prevenir suas plantas contra o ataque de fungos e ácaros, prepare em casa a calda bordalesa.

Protocolo: 
Ingredientes: 
200 g de sulfato de cobre
200 g de cal virgem
20 litros de água
Saco de pano ou "perfex"

Preparo:
Coloque numa vasilha 18 litros de água;
Faça uma espécie de sachê com o perfez ou saco de pano, e preencha-o com 200 g de sulfato de cobre;
Mergulhe parcialmente o sachê na água por 3 ou 4 horas, ou até que o sulfato de cobre se dissolva por completo;
Numa outra vasilha, dissolva 200 g de cal em 2 litro de água. Despeje a mistura na solução de sulfato de cobre e mexa bem;
Finalmente, antes de aplicar a calda bordalesa, é bom fazer um teste de acidez, mergulhando no preparo uma lâmina de ferro. 
Se o preparado estiver muito ácido, o que pode prejudicar as plantas, a lâmina de ferro escurecerá. Neste caso acrescente um pouco mais de leite de cal à calda e repita o teste. Faça isso quantas vezes for necessário, até a lâmina não escurecer mais.

Fonte: Revista Natureza

Extrato de fumo contra brocas +

São larvas que se alojam nas raízes de plantas formando galerias nos tecidos dos troncos.

Protocolo:  
Aplique injeções de extrato de fumo dentro dos orifícios  das galerias feitas pelas brocas nos troncos e e galhos. Logo em seguida, tampe a entrada com cera derretida. 

O extrato de fumo deve ser preparado se seguinte forma: Coloque um pouco do fumo de rolo picado  em uma tigela e cubra com álcool (líquido ou gel) Quando o fumo tiver absorvido todo o álcool, coloque novamente um pouco de álcool diluído em água. Deixe por 48 horas em local fresco.

Torça o preparado em um pano ralo e guarde-o em uma garrafa em local escuro.

Pulverize este extrato sobre toda a folha para espantar pulgões. Se desejar também combater cochonilhas, na hora de usar, misture cerca de um copo desse líquido com 100 g de sabão neutro derretido em água quente. Acrescente mais 10 litros de água, coe e pulverize.

fonte: Revista Natureza

Sabão e fumo contra cochonilhas +

São insetos sugadores com ou sem carapaça, que retiram os açúcares da  seiva. Vivem em colônias e não tem asas.
Protocolo:  
Pulverize com sabão e fumo ou regue sob pressão. Em casos de ataques muito fortes, utilize a calda de sabão e fumo acrescida de óleo mineral. Se forem poucas as plantas atacadas, lave as partes afetadas com bucha, água e sabão ou detergente. 

A calda de sabão pode ser preparada da seguinte forma:

Dilua 50 g de sabão neutro raspado em 5 litros de água quente. Esfrie, coe e pulverize.

fonte: Revista Natureza

Calda de Agave contra formigas +

Para o combate contra formigas podemos utilizar folhas de  Agave.

Protocolo:  
Pegue três folhas de agave (Agave americana L. e Agave atrovirens), macere e misture com água. Depois é só localizar a entrada do formigueiro e despejar o preparado. Ele reduz o desenvolvimento das formigas dentro do próprio formigueiro.

fonte: Revista Natureza

Cal virgem contra ácaros +

Os ácaros são organismos minúsculos que lembram pequenas aranhas.

Protocolo:  
Polvilhe as plantas atacadas com cal virgem ou limpe esguichando jatos finos de água.

fonte: Revista Natureza

Tomateiro contra pulgões +

As folhas e o caule do tomateiro (Lycopersicum esculentum) têm ação inseticida contra diversos insetos, inclusive pulgões.

Protocolo:  
Há duas formas de preparo: ferva as folhas e caules em água e deixe esfriar ou coloque as folhas de molho em água fria por 24 horas. Qualquer uma das misturas deve ser pulverizada sobre as plantas.

fonte: Revista Natureza

Tomilho contra lagartas, percevejos e pulgas +

Plantado junto ao repolho , o tomilho (Thymus vulgaris) repela a lagarta das folhas. Também tem ação contra percevejos e pulgas. 

Protocolo:  
Para afugentar percevejos e pulgas, moa as folhas secas e polvilhe-as sobre as plantas e o solo.

fonte: Revista Natureza

Pimenta repelente de pulgão e cochonilha +

Os frutos da pimenta (Capsicum annuum) são repelentes de pulgões, cochonilhas e insetos em geral.

Protocolo: 
Coloque a pimenta em uma vasilha e soque-a até triturar bem. Cubra com água e deixe descansar de um dia para o outro. No dia seguinte, mexa bem e coe em um pano ralo ou coador para não intupir o pulverizador.

fonte: Revista Natureza

Tagetes ou cravo-de-defunto contra nematoide e broca do tomate +

O cravo-de-defunto (Tagetes patula) quando plantado em hortas, jardins ou pomares, repele insetos e mantém o solo livre de nematóides. Plante tagetes junto aos tomateiros para evitar a broca do tomate. Quando usada como cama para cães, ela afugenta pulgas.

Protocolo: 
Para repelir insetos, macere folhas e flores e coloque-as em álcool diluído em água por 12 horas. Para 200 g da planta macerada, utilize 1 litro de álcool. Neste caso, dilua o extrato em 15 litros de água e pulverize sobre as plantas atacadas.

fonte: Revista Natureza

Mostarda contra cochonilha +

As sementes da mostarda (Sinapis alba) combatem cochonilhas.

Protocolo: 
Moer as sementes misturando 100 g do pó em 1 litro de água. Coe e pulverize.

fonte: Revista Natureza

Pimenta contra pragas em geral +

Os frutos da pimenta (Capsicum annuum) são repelentes de pulgões, cochonilhas e insetos em geral.

Protocolo:  
Coloque a pimenta numa vasilha e soque-a até triturar bem. Cubra com água e deixe descansar de um dia para o outro. No dia seguinte, mexa bem e coe em um pano ralo ou coador para não entupir o pulverizador.

fonte: Revista Natureza

Mandioca contra nemat�ide +

A mandioca (Nabuhit utilissima) pode ser usada no combate a nematóides.

Protocolo:  
Lave a mandioca crua e sem casca e reaproveite a água, regando com ela plantas de solo.

fonte: Revista Natureza 

Manjericão contra moscas, mosquitos e besouro-da-batata +

O manjericão (Oncimum basilicum) é um bom repelente de moscas e mosquitos se plantado perto da casa e é ótimo contra o besouro-da-batata.

Protocolo: 
Para combater pulgões e outros insetos, deixe as flolhas em água fria por 24 horas, em seguida, coe e pulverize a solução.

fonte: Revista Natureza

Girassol contra insetos +

O Girassol (Helianthus anuus) é um excelente repelente de insetos através de suas folhas e flores.

Protocolo:
Coloque flores ou folhas em água e deixe ferder por 1 minuto. Coe, deixe esfriar e pulverize sobre as plantas atacadas.

fonte: Revista Natureza

Hortelã contra ratos, formigas e insetos +

A planta hortelã (Menta piperita) se plantada nas bordaduras dos canteiros, repele ratos, formigas além de insetos.

Protocolo: 
Ferva água junto com a erva, deixe esfriar e pulverize sobre as plantas. O chá de hortelã é muito útil para as plantas em geral, protegendo-as e desinfetando-as.

fonte: Revista Natureza

Fruta-do-conde ou pinha contra broca, cochonilha e pulgões +

A fruta-do-conde ou pinha (Annona squamatosa) tem ação contra brocas, cochonilhas e pulgões através de suas sementes e raízes.

Protocolo: 
Triture as sementes ou raízes e espalhe sobre os locais infestados.

fonte: Revista Natureza

Fumo contra pulgões, cochonilhas e tripes +

É um excelente inseticida natural contra pulgões, cochonilhas e tripes.

Protocolo:
Pique o fumo (ideal é o fumo de rolo, não utilize o de cigarros). Deixe-o recoberto com água por 24 horas. Retire o líquido e misture-o com 4 partes de água. Use em pulverizadores.

fonte: Revista Natureza

Cinamomo contra gafanhotos e pulgões +

As folhas do Cinamomo (Melia azedarach) são inseticidas contra gafanhotos e seus frutos combatem pulgões.

Protocolo:
Deixe as folhas de molho em água fervente por cerca de 10 minutos e, em seguida, pulverize.
No caso de utilização dos frutos, corte-os e deixe de molho em uma solução com 50% de água e 50% de álcool durante 24 horas. Coe e pulverize em seguida.

fonte: Revista Natureza 

Coentro contra ácaro e pulgão +

A erva denominada como coentro (Coriandrum sativum) tem combate a ácaros e pulgões conforme a receita abaixo:

Protocolo:
Moa as sementes e polvilhe-as sobre as plantas e o solo.

fonte: Revista Natureza

Capuchinha repelem insetos +

Flores e folhas da capuchinha (Tropaeolium majus) repelem insetos como os pulgões

Protocolo: 
Plante a capuchinha perto de árvores frutíferas e de outras plantas.

fonte: Revista Natureza

Cebola controla insetos +

A cebola (Allium cepa) controla lagartas em beterrabas, broca e ferrugens em plantas, também combate pulgões:

Protocolo:
Corte a cebola em fatias ou bata no liquidificador com água. Adicione meio litro de água. Borrife a mistura sobre as plantas 2 vezes ao dia num intervalo de 5 dias. Plante cebola perto da planta lantana ou cambará para repelir brocas.

fonte: Revista Natureza

Calêndula como inseticida +

As flores da calêndula (Calendula officinalis) têm ótima ação inseticida.

Protocolo:
Coloque as flores em um recipiente de vidro despejando água fervente sobre elas. Tampe o recipiente e deixe a infusão descansar por cerca de cinco minutos. Pulverize a infusão fria sobre as plantas.

fonte: Revista Natureza

Água com açúcar para beija-flor +

A mistura correta de adoçante que vai abastecer o bebedouro do beija-flor deve evitar uma água muito doce que pode ser tóxia ao beija-flor podendo até matá-lo. Sendo também atrativo de abelhas e marimbondos.

Protocolo:
Uma parte de açúcar refinado para quatro partes de água. 
Ferva a água, coloque o açúcar e espere que se dissolva por completo.
Deixe a mistura esfriar e guarde-a no refrigerador por meia hora. para evitar a fermentação do néctar. Em seguida coloque a mistura no bebedouro apropriado.

fonte: Revista Natureza

Babosa como cicatrizante de cortes +

A babosa (Aloes spp) poderoso cicatrizante de cortes e feridas dos troncos das árvores. 

Protocolo:
Passe a polpa diretamente nos cortes para evitar o ataque de fungos e outras doenças.

fonte: Revista Natureza

Arruda no combate de Pulgões +

As folhas de arruda (Ruta graveolens) são ótimas para combater os pulgões e ajudam a manter os cítricos saudáveis.

Protocolo:
Ferva folhas durante 5 minutos. Deixe esfriar e pulverize as plantas.

fonte: Revista Natureza

Combate de pulgões com folhas de Alamanda +

As  folhas da trepadeira de grandes flores amarelas: Alamanda (Alamanda catharica) são ótimas para o  para o combate de pulgões.

Protocolo:
Ferva as folhas por 10 minutos, deixe esfriar e pulverize sobre a planta atacada. Tome cuidado ao manusear a alamanda porque ela é tóxica.

fonte: Revista Natureza

Alho contra brocas, cochonilhas e pulgões  +

O Alho (allium sativum) pode ser utilisado contra brocas, cochonilhas, pulgões e ácaros.
Quando plantado entre as roseiras, diminui o ataque de pulgões.

Protocolo:
Bata o alho no liquidificador com água (2 litros para cada dente). Em seguida pulverize as plantas atacadas. Não use sobre feijões, pois o alho inibe seu crescimento.

fonte: Revista Natureza

Receita para o Controle do Tatuzinho  em Hortaliças +

O tatuzinho é uma praga que ataca as hortaliças e se alimenta de raízes, porém esta não se caracteriza por trazer grandes prejuízos no cultivo de hortaliças.

Seu controle pode ser efetuado através de iscas conforme o protocolo abaixo.

Protocolo:
1 kg de farelo de trigo + 50 ml de melaço + 10 g de defensivo do grupo dos Carbamatos (menos agressivo)
 
Mistura-se os produtos com água necessária para formar uma massa (tipo bolo) Pegar a isca, colocar ao redor da planta. A noite Os tatuzinhos se alimentarão da isca, procedendo seu controle.
Outros insetos como: grilos, paquinhas e lagarta rosca também são controlados com a mistura.
 
Fonte: Programa Globo Rural

Citronela como inseticida +

O perfume da Citronela (Cymbopogon nardus) é um repelente contra insetos. Visto que são elaboradas velas que quando acessas exalam um perfume que repelem os insetos.

Protocolo: 

Plante a espécie no jardim onde você quer repelir os insetos. É importante que a planta esteja no caminho percorrido pelo vento, para que seu perfume atinja os insetos.

fonte: Revista Natureza

Controle do Mofo Branco ou Oídio da Roseira

Uma das doenças mais importantes da roseira é o Oídio. Esta doença ataca principalmente folhas, ramos novos e botões florais. Seu controle se dá através de podas da parte doente, recolhendo-se as folhas doentes e queimando-as. Cobre-se as partes podadas com pasta fúngica.

Outra forma de controle é o uso de sulfato de cobre + enxofre, conforme veremos abaixo.

Protocolo:
Para cada  litro de água , misturar 3 g de sulfato de cobre + 3 grama de enxofre.

Colocar os produtos em pequenas quantidades de água para a diluição. Depois juntar com o restante da água passando por  uma peneira para reter os resíduos sólidos dos produtos misturados para evitar o entupimento dos bicos na hora da pulverização. Mistura-se bem e faz-se a aplicação por cima e por baixo das folhas. Repete-se o mesmo procedimento a cada 15 a 20 dias.

Deve-se aplicar preventivamente mesmo sem o ataque da doença.

Este produto serve para o controle da pinta preta da roseira também.
 
Lembrando-se que o preparo e aplicação do produto deve ser efetuado com EPI (equipamento de proteção individual)
 
Fonte: Programa Globo Rural (dica fornecida pela Roselândia - SP)

Controle do Vírus Vira-Cabeça do Tomateiro +

O vira cabeça é a principal doença de vírus do tomateiro nas nossas condições, impedindo o seu cultivo durante os meses quentes.

O vírus é disseminado por meio do tripes das espécies Frankniella paucispinosa e Trips tabaci

Uma das alternativas de controle é o uso de Calda de Primavera ou Boganville para que o tomateiro adquira resistência contra o tripes.

Protocolo:
Para cada 20 litros de água usar 200 g de folhas.
Escolher as folhas mais sadias e lavá-las com sabão neutro. Depois de bem enxaguadas batê-las no liquidificador com um pouco de água.
50 gramas de sabão neutro dever ser derretidos em um pouco de água quente que é para fixar a calda de primavera nas folhas do tomateiro. Coe a calda e acrescente 20 litros de água e o sabão derretido. A mistura deve ser utilizada no mesmo dia do seu preparo. A pulverização deve ser feita 3 vezes por semana, desta forma o tomateiro vai adquirir resistência contra o ataque do inseto. Começar o tratamento 10 dias depois da germinação da muda de tomate e parar quando aparecer as primeiras flores.
Fonte: Programa Globo Rural

Receita contra carrapato em animais +

Preparado de Erva Cidreira (Capim Limão) c/álcool

Preparo:
apanhar folhas e talos do capim limão, esmagar até obter caldo esverdeado, acrescentar 100 ml de álcool para fixar as propriedades ativas.  Deixar descansar por 24 horas, acrescentar 1 litro de água + 2 colheres de sal, mexer e depois pulverizar sobre o carrapato. No dia seguinte os carrapatos começarão a secar e haverá queda dos mesmos. O efeito residual é longo.

Fonte: Programa Globo Rural.

Pasta Cúprica para citros +

Fungicida à base de cobre........................1kg
Água.....................................................10 litros

Indicada para a proteção dos cortes resultantes das podas e remoções de tecidos atacados por gomose e rubelose em citros

Fonte: Boletim Técnico 165 - Citros - Cati/SP

Pasta para Pincelamento do Tronco em citros: +

Enxofre Ventilado.........................................1kg
Cal Hidratada................................................2kg
Sal de cozinha..............................................0,5kg
Inseticida fosforado, em 1/4 da dosagem
recomendada para cochonilhas
Água.........................................................15 litros

Indicado para o pincelamento de troncos e base  dos ramos principais, na prevenção de brocas e cochonilhas em citros.

Fonte: Boletim Técnico 165 - Citros - Cati/SP

Jornal é bom adubo? +

Segundo os pesquisadores especializados em solo Ronaldo Severiano Berton e Sueli dos Santos Freitas, do Instituto Agronômico de Campinas, é mais indicado usar jornal para reciclagem que o transforme novamente em papel do que usá-lo como fonte de nutrição de plantas. Vale dizer, porém, que a adição do jornal na terrra é prática já realizada e recomendada em outros países, como "mulch" para proteção do solo ou como meio estrutural e fonte de carbono nas pilhas de compostagem doméstica. Quanto aos microrganismos, o jornal é principalmente constituído de celulose, o que aumenta a atividade dos microrganismos celulolíticos e a relação carbono/nitrogênio do material orgânico no solo. O aumento dessa relação pode levar à imobilização de nitrogênio, impedindo-o de ser absorvido pelas plantas, o que é difícil julgar, porque não há informação da área em que o sr. Kramer espalha o jornal. No entanto, se as plantas não estiverem acusando deficiência de nitrogênio, é provável que o problema não esteja ocorrendo. Com relação à tinta, os jornais estão trocando as tintas à base de óleos derivados do petróleo por óleos vegetais, como de soja e milho, por serem de baixa volatilidade. A análise do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) quanto à composição da tinta, e que nos foi fornecida por este Suplemento, estava voltada para identificar compostos orgânicos no material. Esses compostos encontrados muito provavelmente serão naturalmente decompostos, possivelmente sem danos para o total de microrganismos do solo, ainda que uma ou outra espécie possa ser momentaneamente prejudicada. Mesmo assim, quando o produto for decomposto, os outros que foram afetados retornarão a seus níveis populacionais. Mas suspeita-se que os pigmentos adicionados aos óleos vegetais, para dar cor, podem conter metais potencialmente tóxicos como o cádmio, o bário e o cobre. Assim, universidades americanas, e outras entidades especializadas em compostagem, recomendam apenas o uso de jornal não colorido para ser usado no solo ou compostagem

Fonte: Suplemento Agrícola do jornal O Estado de SP

Como eliminar praga macarrão +

Chama de “macarrão” é a Cuscuta polimorfa, também conhecida como fios-de-ovos, cabelo-de-anjo, cipó-dourado, cipó-chumbo, um parasita muito difícil de extirpar, pois é um vegetal sem folhas, sem clorofila e sem raízes. É constituído apenas dos fios amarelos dos quais saem pequenas estruturas que penetram na planta hospedeira para retirar a seiva. “Esse parasita, um problema grave nos EUA, chegou ao Brasil com sementes de alfafa”, conta o professor de Biologia e Manejo de Plantas Daninhas da Esalq/USP, Ricardo Victorio Filho. Ele explica que o parasita tem predileção por algumas plantas, e na cidade de São Paulo, por exemplo, costuma proliferar na coroa-de-cristo, parasitando ainda hibiscos e resedá. O combate deve ser feito, sempre que possível, extirpando-se a planta parasitada junto com o parasita, substituindo-a por uma muda que deve ser acompanhada, catando-se manualmente a cuscuta assim que aparecer, para que não prolifere. Sendo possível, pode-se retirar o parasita da planta, mas é trabalhoso e serviço a longo prazo, para evitar a reinfestação.

Fonte: Suplemento Agrícola do jornal O Estado de SP

Xixi de Vaca para Repelente de Insetos +

Por possuir vários nutrientes, a urina é útil como fertilizante e, por causa do cheiro forte, atua como replente de insetos. Como fertilizante a urina precisa ser diluída 1% (1 litro de urina para 100 litros de água) e fazer pulverizações semanais em hortaliças ou a cada 15 dias em frutíferas. Ou, ainda, no solo, junto ao pé da planta, diluída a 5% (5 litros de urina para 100 litros de água). A urina deve ser recolhida em um balde e guardada por três dias em um vasilhame fechado antes de ser usada. Pode ser guardada um ano em vasilhame fechado.

Fonte: Pesagro - RJ

Repelente contra Pernilongos, Borrachudos e Mosquito da Dengue +

1/2 litro de álcool;
1 pacote de cravo da Índia(10 gr);
1 vidro de óleo de neném (100ml)

Deixe o cravo curtindo no álcool uns 4 dias agitando, cedo e de tarde;

Depois coloque o óleo corporal (pode ser de amêndoa, camomila, erva-doce, aloe vera).  

Passe só uma gota no braço e nas pernas e o mosquito foge do cômodo. O cravo espanta formigas da cozinha e dos eletrônicos, espanta as pulgas dos animais.
O repelente evita que o mosquito sugue o sangue, assim, ele não consegue maturar os ovos e atrapalha a postura, vai diminuindo a proliferação. A comunidade toda tem de usar, como num mutirão.

Receita de Feijão Azedo para Curar Sarna em Animal +

Depois de Ferver o feijão (sem temperar).
Tire uma porção do feijão (já cozido) e coloque em um pote de plástico com tampa (daquele de margarina).
Deixe em algum lugar para azedar.
Depois que estiver bem azedo.
Calce uma luva ou uma sacola (de Mercado) em uma das mãos.
Macere a porção antes de passar.
Passe no animal contaminado, duas vez ao dia.
Não é tóxico.
Pois o animal pode lamber.
Fazer a aplicação até quando perceber que os pelos estiverem crescendo.
Fácil e prático.

PROGRAMA MUNICIPAL DE  VACINAÇÃO CONTRA BRUCELOSE

PROTEJA O SEU REBANHO

AMIGO PRODUTOR:

DE ACORDO COM A RESOLUÇÃO ESTADUAL SAA 11 DE 19 DE ABRIL DE 2002, TORNA-SE OBRIGATÓRIA A VACINAÇÃO DE TODAS AS FÊMEAS, BOVINAS E BUBALINAS, ENTRE 3 E 8 MÊSES DE IDADE, EM TODO O ESTADO DE SÃO PAULO.
 
O QUE É A BRUCELOSE?
É UMA DOENÇA CONTAGIOSA E QUE PODE SER TRANSMITIDA PARA O HOMEM. É CAUSADA  POR    BACTÉRIAS DO GÊNERO Brucella. OS ANIMAIS MAIS FREQUENTEMENTE INFECTADOS SÃO OS BOVINOS E BUBALINOS, MAS A BRUCELOSE PODE AFETAR OUTRAS ÉSPECIES, DAÍ SUA IMPORTÂNCIA PARA A SAÚDE PÚBLICA.

QUAIS SÃO OS SINTOMAS DA DOENÇA NO ANIMAL?
- ABORTO ENTRE O SÉTIMO E OITAVO MÊS DE GESTAÇÃO;
- RETENÇÃO DE PLACENTA;
- INFECÇÃO UTERINA;
- ARTRITES;
- INFLAMAÇÃO DOS TESTÍCULOS.

DEVER DO PRODUTOR:
É DEVER DO PRODUTOR SOLICITAR AO MÉDICO VETERINÁRIO CADASTRADO PELO SERVIÇO DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO ESTADO DE SÃO PAULO QUE VACINE SUAS BEZERRAS E APRESENTAR O  ATESTADO DE VACINAÇÃO NO ESCRITÓRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA DE SUA REGIÃO.

PENALIDADES:
A NÃO VACINAÇÃO CONTRA A BRUCELOSE IMPLICARÁ EM MULTA DE *5 UFESP POR ANIMAL , CONFORME LEI ESTADUAL 10.670 DE 24/10/2000, REGULAMENTADA PELO DECRETO 45.781 DE 27/04/01.

IMPORTANTE:
É OBRIGATÓRIO A APRESENTAÇÃO DO ATESTADO DE VACINAÇÃO OU EXAME NEGATIVO DE BRUCELOSE PARA A OBTENÇÃO DA GUIA DE TRÂNSITO ANIMAL — GTA.

LEMBRE-SE:
A PREFEITURA MUNICIPAL DA ESTÂNCIA CLIMÁTICA DE CUNHA, POR MEIO DA SECRETARIA  MUNICIPAL DE AGRICULTURA E MEIO AMBIENTE, OFERECE O SERVIÇO DE VACINAÇÃO AOS PRODUTORES DESTE MUNICÍPIO, COM UM CUSTO SUBSÍDIADO PELA PREFEITURA MUNICIPAL , MEDIANTE AGENDAMENTO NA CASA DE AGRICULTURA.

A VACINAÇÃO  SÓ PODE SER REALIZADA POR MÉDICOS VETERINÁRIOS CADASTRADOS NA AGÊNCIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA.

* VALOR DA UFESP NO DIA 28/07/2010—R$ 16,42
* TELEFONE CASA AGRICULTURA (12) 31111320

Financiamento do PRONAF

(Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar)

Para obter o financiamento

  • Procure a CASA DA AGRICULTURA para obter a DAP (Declaração de Aptidão Ao PRONAF e Declaração de Conformidade da Atividade Agropecuária;
  • Leve a DAP a uma agência do Banco do Brasil, juntamente com os documentos pessoais e do imóvel para o preenchimento do cadastro, elaboração da proposta e contratação do financiamento.

Outros documentos exigidos para acesso ao crédito

  • Carteira de Identidade;
  • CPF
  • Certidão de Casamento se for o caso;
  • Documento do imóvel;
  • Se arrendatário, comodatário, parceiro, meeiro ou similar; contrato de arrendamento, comodato, meação ou parceria e/ou carta de anuência;
  • Certidão de Matrícula do Imóvel;
  • CCIR – Incra do último Triênio
  • ITR (DARF – imposto) último
  • Última certidão de vacina do gado

No caso de investimento:

  • Projeto a ser elaborado pela Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente.
  • Obs: Conforme a Linha será necessária apresentar fiador.

 

Casa da Agricultura de Cunha – CATI
Fone: 31111320

Banco do Brasil
Agência: Cunha
Fone: 3111-1422/31111121

Links

Nome (obrigatório)

E-mail (obrigatório)

Telefone (XX)XXXX-XXXX (obrigatório)

Assunto

Sua mensagem

 

SECRETARIO
José Bráulio de Oliveira Gomes

E-mail: agricultura@cunha.sp.gov.br
Endereço: Praça Midair José Teodoro, 101 Bairro Falcão
Fone: (12)3111-2606

Horário de Expediente Interno: 08:00h às 17:00h
Horário de atendimento ao público: 09:00h às 16:00h

Veja Também:

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